Salto Parati

Salto Parati
Foto: Leonardo Milano

Município: Guaratuba

Como chegar

Meandros da Baía de Guaratuba
Foto: Leonardo Milano

– de barco de pequeno porte, partindo da comunidade do Cabaraquara ou do porto próximo ao centro de Guaratuba. O trajeto, de cerca de 30 minutos até o porto do Parati, é feito pela Baía de Guaratuba, onde se pode observar o manguezal, garças, biguás e outras aves aquáticas, pescadores artesanais e áreas de cultivo de ostras, além das montanhas que compõem o Parque Nacional de Saint-Hilaire/Lange.

Uma caminhada de 15 minutos a partir do porto leva à comunidade do Parati e após mais 40 minutos chega-se ao Salto.

Caminho Novo do Cambará
Foto: Rodrigo Torres

– a pé, pelo “Caminho Novo do Cambará”, conhecido também como “Estrada do Parati”, que liga a rodovia PR 508 à comunidade do Parati em um percurso de aproximadamente sete quilômetros. A caminhada apresenta nível baixo a médio de dificuldade, atingindo a altitude máxima de 100 metros sobre o nível do mar, na divisa entre os municípios de Matinhos e Guaratuba, ponto de onde se pode avistar o mar, em dias sem nebulosidade. A partir da comunidade são cerca de 1.300 metros até o Salto.

Características: A cachoeira está no curso do rio Parati e somente o último quilômetro da trilha está inserido no Parque Nacional de Saint-Hilaire/Lange (mapa). Tanto por terra quanto pela Baía, todo o restante do trajeto é feito no território da Área de Proteção Ambiental de Guaratuba, Unidade de Conservação Estadual administrada pelo IAP. A região do Salto está localizada em área particular, sujeita às normas estabelecidas pela detentora da posse.

Infraestrutura local: Na comunidade do Parati existe um restaurante simples, com pratos da culinária local, e dois quartos para hospedagem, sendo um de casal e outro com capacidade para até seis pessoas. Reservas de hospedagem e encomendas de refeições devem ser feitas com antecedência pelo telefone (41) 9933-0935, com Aurora ou Antonio.

Dicas:

– Enriqueça sua visita conversando com os moradores da Comunidade do Parati, que vivem principalmente da pesca artesanal e da agricultura de subsistência. Alguns também cultivam ostras e mariscos: aproveite para conhecer as “pérolas de mariscos” com o Sr. Alfredo.

– Colabore com a economia local: consuma alimentos e bebidas vendidos na comunidade e, se precisar de serviços como barqueiros e condutores, dê preferência para contratação de moradores locais.
Telefones de barqueiros: Nelsinho: (41) 9129-8435 ou (41) 9705-1981; Zeca: (41) 9177-3900.

– Observe um sambaqui preservado, localizado à margem do rio Parati e da trilha, próximo à comunidade.

 

3 Respostas

  1. fiz a trilha hoje, muito legal, media dificuldade,deve se tomar cuidado principalmente, com animais peçonhentos, cobras etcetc valeu muito a pena!!!!!Exige se um certo grau de preparo físico e é claro disposição!!!!

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