Fórum sobre uso sustentável e conservação de recursos naturais será realizado em novembro na UFPR Litoral

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De 23 a 25 de novembro de 2016, o Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Territorial Sustentável da Universidade Federal do Paraná setor Litoral, promove o I Fórum de Pesquisas com o tema “Uso Sustentável da Biodiversidade e Conservação de Recursos Naturais”.
Para inscrever-se e consultar outras informações, acesse o site do Programa.

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Programação do Fórum

 

Nova reunião do Conselho Consultivo do PNSHL tem data marcada

O Parque Nacional de Saint-Hilaire/Lange convida a todos para a 17ª reunião ordinária de seu Conselho Consultivo que será realizada no dia 09 de dezembro de 2014 (terça-feira), das 09h às 17h, na Sala do Conselho da Universidade Federal do Paraná – Setor Litoral, localizada na Rua Jaguariaíva nº 512, Caiobá, Matinhos/PR.

A data da reunião, bem como os assuntos que serão abordados, foram sugeridos pelos Conselheiros através de consulta realizada pela equipe do PARNA Saint-Hilaire/Lange. Entre os temas encaminhados e que foram incluídos na pauta, estão:

  • apresentação de resultados das pesquisas sobre ocorrência da Lontra Neotropical (Lontra longicaudis) no PARNA Saint-Hilaire/Lange e seu entorno (UFPR Litoral);
  • apresentação sobre o novo projeto Organização Soberana e os resultados do projeto SAL (Motirõ Sociedade Cooperativa);
  • informe sobre a Lei Estadual 18.295/2014 – Código Florestal do Paraná e sobre o CAR – Cadastro Ambiental Rural (IAP – Instituto Ambiental do Paraná e Emater); e
  • apresentação sobre Regularização Fundiária, seus conceitos e procedimentos (Equipe ICMBio – PNSHL).

Toda a comunidade está convidada, pois a participação nas reuniões do Conselho Consultivo é aberta a todos.
Mais informações: (41) 3452-6340  /  e-mail: parnashl.pr@icmbio.gov.br .

Caminhada na Natureza – Circuito Rio da Onça

A UFPR Litoral, através do projeto de extensão Construindo Alternativas de Turismo Extratemporaneo* realiza neste Abril, dia 12, a “Caminhada na Natureza – Circuito Rio da Onça”. O percurso de 10 km percorrerá vários atrativos turísticos de Matinhos, buscando unir a beleza das praias, uma comunidade pesqueira, reservas naturais, patrimônio histórico e centro urbano, em trechos de dificuldade leve. O evento foi criado para proporcionar ao caminhante a experiência de percorrer um trajeto em que a vida urbana e a natureza se confundem.

Cartaz de divulgação com mapa do percurso

Cartaz de divulgação com mapa do percurso

A caminhada acontecerá as 8:00 da manhã do dia 12 de Abril de 2014, com término às 14:00 da tarde. A saída será do SESC – Caiobá, endereço: Rua Dr. José Ribeiro Pinto, esquina com a AV. Atlântica, Matinhos – PR.

A caminhada é uma modalidade esportiva não competitiva, e como uma atividade física do tipo aeróbica oferece ainda outras vantagens: melhora a qualidade do sono, faz bem para os pulmões e o coração, fortalece os músculos, ajuda a minimizar as tensões e o stress, além de auxiliar na perda de peso. Cada caminhante faz seu próprio tempo, e são permitidas todas as idades.

ATENÇÃO:

Recomenda-se aos caminhantes o uso de protetor solar, repelente, roupas leve, e de preferência começar o percurso cedo, quando o sol e o calor ainda não estão muito fortes.

Inscrições GRATUITAS, via e-mail em: caminhadanatureza.litoral@hotmail.com (informar NOME e CIDADE).

*O circuito RIO DA ONÇA de caminhada na natureza foi organizado pelo projeto de extensão Construindo Alternativas de Turismo Extratemporaneo – UFPR LITORAL em parceria com Anda Paraná, a Sec. De Turismo e Desenvolvimento Econômico de Matinhos, IAP, Sanepar e SESC- Caiobá.

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Pico de Matinhos, trecho urbano-costeiro do percurso.

 

Mais informações:

Caminhada na Natureza – Circuito Rio da Onça
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Sobre o Parque Estadual Rio da Onça

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Trilha do Parque Estadual Rio da Onça.

O Parque Estadual foi criado pelo Decreto Estadual n.º 3825 de 04 de junho de 1981, com uma área total de 118,50 ha, objetivando proteger a flora e a fauna. O parque possui 1660 hectares, sendo dotado de portal, trilhas interpretativas, pontes suspensas, centro de visitantes e mirante.

Preserva caxetas, brejos graminosos e restingas cobertas por guanandis, maçarandubas, palmitos e tiriricas, habitados por preás, gatos do mato e gambás. O Parque do Rio da Onça, é uma das 68 unidades de conservação do Paraná.

O acesso é feito pela PR 412, Balneário Riviera II – Matinhos.

 

Ações no PARNA Saint-Hilaire/Lange viram documentário

Uma das estratégias de divulgação das unidades de conservação (UCs), e consequentemente da importância destas para a sociedade, é utilizar ferramentas audiovisuais para mostrar suas histórias, potencialidades turísticas e biodiversidade. Dentre os formatos mais utilizados, destacam-se os vídeos, documentários e reportagens televisivas.

Com este objetivo, Péricles Augusto dos Santos, estudante do curso de graduação em Gestão Ambiental na Universidade Federal do Paraná (UFPR) – Setor Litoral, desenvolveu um documentário sobre o Parque Nacional de Saint-Hilaire/Lange (PHSHL). Este documentário fez parte do seu trabalho de conclusão de curso (TCC): “O Uso de Recursos Audiovisuais como Estratégia de Sensibilização Ambiental: Um Vídeo Sobre a Torre da Prata no Parque Nacional de Saint-Hilaire/Lange”.

Com o título “Na Trilha da Conquista”, o documentário de 30 minutos mostra a história da conquista da Torre da Prata (atrativo do parque), ocorrida em 1944, e a abertura da trilha usada atualmente na subida da montanha (em 1966). Também são abordadas as atividades de ordenamento do uso público e de pesquisas científicas realizadas na UC recentemente. A conquista pessoal de Péricles em subir a montanha também é mencionada na produção.

O documentário foi exibido para a banca avaliadora e o público presente à apresentação do TCC de Péricles, no dia 14 de agosto, na UFPR Litoral, em Matinhos (PR) . Depois, o autor falou sobre o processo de produção do documentário, argumentando que o trabalho tem como principal objetivo ser um material de apoio na sensibilização da população quanto à importância do PNSHL.

Péricles, autor do documentário, apresentando o trabalho. Foto: Charlotte Couto Melo

Péricles, autor do documentário, apresentando o trabalho. Foto: Charlotte Couto Melo

Após a apresentação do estudante, a banca fez ponderações e sugestões de aperfeiçoamentos. O analista ambiental do PNSHL, Rodrigo Filipak Torres, fez parte da banca do trabalho e comentou que este tipo de iniciativa – produção de materiais audiovisuais – é muito importante para o parque, e deveria ser melhor explorada pelos órgãos gestores das UCs no Brasil.

A produção do documentário teve a orientação da professora Liliani Marília Tiepolo, da UFPR.

O trailer do documentário pode ser conferido em: http://vimeo.com/70988366

*Em tempo: o documentário acaba de ser selecionado para o Rio Mountain Festival 2013 – 13ª Mostra Internacional de Filmes de Montanha, na categoria “Natura Doc” (filmes de natureza ou de proteção ao meio ambiente).  A mostra acontecerá de 15 a 19 de outubro de 2013, no Rio de Janeiro. Parabéns, Péricles!!

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Esta é a terceira vez que o PNSHL é abordado em uma produção audiovisual.
A primeira foi no documentário “Quem Acordou o Dragão?”, que fez um relato sobre os desastres ambientais de março de 2011 no litoral do Paraná, também afetando o parque.
Também produzido por Péricles, o vídeo “Na Trilha da Prata” fez a divulgação da implantação da sinalização na Trilha da Torre da Prata.

Projeto viabiliza o diálogo entre a UFPR, o PNSHL e moradores no litoral do Paraná

O projeto envolve agricultores, professores e alunos da UFPR Litoral e representantes do Parque.

O projeto Desenvolvimento e Inovação em Áreas de Conservação Ambiental e Agricultura no litoral do Paraná proposto pela UFPR Litoral, teve início em 2011 e foi apresentado na 9ª Reunião Ordinária do Conselho Consultivo do Parque Nacional de Saint-Hilaire/Lange.

Mesmo antes da criação do projeto, as áreas agrícolas vinham sendo visitadas por estudantes do curso de Agroecologia da UFPR no módulo de Manejo de Fauna e Flora, juntamente com a professora Marcia Marzagão Ribeiro. Após a aprovação, o projeto teve sua inserção no Banpesq (banco de pesquisas da UFPR) e estas áreas passaram a ser visitadas por professores, estudantes, técnicos e gestores da área ambiental e agrícola em reuniões mensais promovidas pelo projeto e outras atividades como de capacitação e reuniões do Parque.

Dos objetivos gerais constam a organização das propriedades e a adequação ambiental, enquanto que os objetivos específicos incluem a aplicação de questionários e elaboração dos croquis das propriedades. Uma parte dos produtores envolvidos no projeto forma o grupo Cheiro da Mata, que pretende organizar as propriedades para obter a certificação orgânica. Para a adequação ambiental se discutiu os preceitos para proteção dos recursos naturais para a produção agrobiodiversa e o SISLEG (Sistema de Manutenção, Recuperação e Proteção da Reserva Legal e áreas de Preservação Permanente) cuja implantação é de responsabilidade do Instituto Ambiental do Paraná (IAP).

Dos resultados obtidos nas propriedades amostradas verificou-se a boa diversidade de espécies cultivadas nas propriedades agrícolas, mão de obra escassa e baixa tecnologia no manejo. Levantou-se a dificuldade de produção de hortaliças no período entre novembro e fevereiro, devido às condições climáticas inadequadas para o cultivo: Projeto_UFPR_Litoral-Tabelatemperaturas registraram médias acima dos 270 C  e alta pluviosidade. Nestas temperaturas, das espécies cultivadas a fruticultura demonstra potencial em propriedades ou locais onde o solo não encharque. Levantou-se a necessidade de um arranjo local de produção para o resgate das espécies da agrobiodiversidade.

O projeto pretende, com a sua continuidade, agregar outros agricultores e melhorar o serviço de acompanhamento destas propriedades, junto ao Parque e em suas novas ações referentes ao plano de manejo e as questões relacionadas à possíveis conflitos. Como foco, uma das propriedades, onde o acolhimento do projeto se deu desde o seu início, tem sido referência. Isto com o intuito de multiplicar as ações, de forma que elas se concretizem e estejam ao alcance de todos os agricultores que por ventura tenham interesse neste desenvolvimento.

Este trabalho que se faz junto aos moradores da área de proteção, aproxima o Parque, esclarece suas ações e propicia a visibilidade das pessoas no entorno. Quando o título do projeto pensa em desenvolvimento, entendam-se condições dignas econômicas para as pessoas; e inovação entenda-se: quando se trabalha meio ambiente e agricultura em paralelo com os mesmos objetivos e não na contra mão.

Por fim o agradecimento aos agricultores, estudantes, professores, UFPR, PNSHL, Emater e  IAP. A união faz a força!

Texto e figuras: Marcia Marzagão Ribeiro

Pesquisas no PNSHL revelam dados inéditos sobre os pequenos mamíferos da região subtropical da Mata Atlântica

Roedor do gênero Akodon recebeu marcação em projeto de pesquisa no Parque Nacional de Saint-Hilaire/Lange. Foto: Cassio Mochi Junior

Roedor do gênero Akodon recebeu marcação em projeto de pesquisa no Parque Nacional de Saint-Hilaire/Lange. Foto: Cassio Mochi Junior

Texto: Cássio Marcelo Mochi Júnior e Liliani Tiepolo

Os pequenos mamíferos não-voadores (roedores e marsupiais) são importantes constituintes da fauna. São ótimos dispersores de sementes e indicadores do estado de conservação de ambientes, exercendo inúmeras funções ecológicas. Uma das maneiras de estudá-los é por meio de métodos de captura, utilizando-se de armadilhas de diferentes tipos e tamanhos.

Roedor capturado em armadilha usada na pesquisa. Foto: Péricles A. Santos

Roedor capturado em armadilha usada na pesquisa. Foto: Péricles A. Santos

Devido a grande riqueza de espécies, são animais de difícil identificação e por isso o conhecimento sobre esta importante fauna é ainda insuficiente em todo o Brasil. Isto se reflete no prognóstico que se faz das espécies em relação ao seu estado de conservação e aos diferentes impactos que sofrem suas populações e comunidades devido às alterações, mesmo que mínimas, nas paisagens e nos ecossistemas.  Este é o caso da Mata Atlântica, um dos biomas mais ricos e biodiversos do planeta e que atualmente se caracteriza pela grande alteração que sofreu em séculos de exploração, degradação e fragmentação dos seus habitats.

Apesar do acúmulo de pesquisas sobre os pequenos mamíferos observado nas duas últimas décadas na América do Sul, informações sobre estes grupos na área de ocorrência da Mata Atlântica Subtropical continuam escassas e pontuais. Visando suprir esta lacuna do conhecimento o projeto de pesquisa intitulado “Composição taxonômica da fauna de pequenos mamíferos não-voadores em diferentes ambientes da Mata Atlântica Costeira do Paraná” de autoria do biólogo e estudante do Curso de  Mestrado em Zoologia, Cássio Marcelo Mochi Junior, orientado pela Dra. Liliani Tiepolo, professora do Setor Litoral e do Programa de Pós-graduação em Zoologia da Universidade Federal do Paraná, e co-orientado pela Dra. Íris Hass, do Departamento de Genética da UFPR, está sendo desenvolvido no Parque Nacional Saint-Hilaire/Lange, no litoral sul do Paraná.

A marcação dos animais é feita com um brinco metálico. Foto: Liliani Tiepolo

A marcação dos animais é feita com um brinco metálico. Foto: Liliani Tiepolo

Até o momento foram realizadas 4 fases de campo, onde foram capturados 163 exemplares, sendo que 90 foram marcados com brincos e soltos para estudos populacionais. Alguns foram coletados para investigações citogenéticas e morfológicas que são realizadas nos Laboratórios de Biodiversidade e Conservação e Laboratório de Citogenética Animal da UFPR. Até o momento já foram identificadas 15 espécies de roedores e marsupiais em altitudes que variaram entre 32 e 160 metros, riqueza considerada alta pelo esforço amostral até o momento empreendido. Destacam-se novas ocorrências de espécies para o litoral, novos limites de distribuição para espécies que só eram conhecidas até a região de Guaraqueçaba, no litoral norte do Paraná e novos casos de simpatrias entre as espécies. A pesquisa será concluída em fevereiro de 2014 e seus resultados vão integrar o plano de manejo da Unidade de Conservação, em execução.

A escolha deste parque se deu devido à completa ausência de informações sobre pequenos mamíferos na Serra da Prata, quase integralmente incorporada nos limites do parque; por ser uma unidade de conservação que possui gestão ambiental atuante; por contemplar diversas fitofisionomias da floresta ombrófila densa; e por contar com uma equipe de apoio tanto do parque nacional, quanto de estudantes da UFPR (dos cursos de Gestão Ambiental e Mestrado em Zoologia) e da UNESPAR (Curso de Biologia). Os gestores do parque oferecem apoio logístico e disponibilizam analistas ambientais e voluntários, sem os quais o trabalho seria inviável.

Parte da equipe de pesquisadores e Analista Ambiental do PNSHL durante uma das etapas de campo. Foto: Péricles A. dos Santos

Projetos de pesquisa dominaram as atividades do PNSHL em outubro

Em outubro, a equipe do Parque Nacional de Saint-Hilaire/Lange dedicou grande parte do tempo de trabalho à realização dos projetos de pesquisa que são desenvolvidos pelo ICMBio com apoio de pesquisadores colaboradores. Fosse participando das  atividades de campo, fosse trabalhando no escritório para garantir o apoio logístico, todos estiveram envolvidos de alguma forma.

O esforço conjunto dos funcionários do Parque e a participação de pesquisadores colaboradores e voluntários possibilitou as saídas de campo de cinco projetos de pesquisa que estão gerando conhecimento sobre a fauna do Parque e contribuirão para elaboração do Plano de Manejo. São eles:

“Ecologia e conservação da lontra neotropical, Lontra longicaudis, no Parque Nacional de Saint-Hilaire/Lange, Serra da Prata, PR”, coordenado pela Professora Juliana Quadros, da UFPR Litoral. Este projeto tem atividades mensais e contribui também para ampliação do conhecimento sobre a fauna que habita o Parque pois prevê a coleta de peixes e invertebrados aquáticos que fazem parte da dieta da lontra e ainda registra os vestígios de outros animais (pegadas, fezes, pelos carcaças, etc) na área de estudo. Outro aspecto importante deste trabalho é a comparação entre a situação de um rio que foi afetado pelos deslizamentos de terra ocorridos em março de 2011 e outro que não foi alterado.

“Anuros e Squamata no PARNA Saint-Hilaire/Lange, Litoral do Paraná”, que tem o objetivo de conhecer as espécies de anfíbios e répteis que ocorrem em áreas de pouca altitude do Parque. É coordenado pelo biólogo e analista ambiental do ICMBio Leoncio Pedrosa Lima e tem a colaboração dos biólogos André Penteado e Luciano Plombon, responsáveis pela parte de serpentes. Uma das  metodologias utilizadas neste projeto, as armadilhas tipo pitfall, é também aplicada para captura de pequenos mamíferos como roedores e marsupiais, motivo pelo qual um novo estudo começou a ser desenvolvido na área do PNSHL: “Mamíferos da Mata Atlântica Subtropical: Taxonomia, distribuição geográfica, diversidade e conservação”. Coordenado pela Professora Liliani Tiepolo, da UFPR Litoral, este projeto ainda estuda outras áreas, como o Parque Estadual do Rio da Onça, em Matinhos, e a Floresta Nacional de Piraí do Sul. Tem o objetivo de conhecer a diversidade dos pequenos mamíferos da floresta atlântica e comparar a ocorrência e a abundância das espécies nas diferentes áreas.

“Levantamento da avifauna em áreas com tipos distintos de uso e em áreas íntegras do Parque Nacional de Saint-Hilaire/Lange”, coordenado pelo biólogo e analista ambiental do ICMBio Rodrigo Torres, tem a participação de Professores da Universidade Federal do Paraná: Luiz Augusto Mestre, do campus Palotina, e Ricardo Krul, do Centro de Estudos do Mar. Além do inventário de espécies, o estudo apontará a presença de espécies indicadoras de qualidade ambiental e espécies consideradas ameaçadas de extinção, segundo as listas nacional e estadual. A saúde das aves também será objeto de estudo, por meio do projeto: “Influência da paisagem antrópica e das mudanças climáticas sobre a saúde e biodiversidade da avifauna na região do Parque Saint-Hilaire/Lange”, desenvolvido pelo veterinário José Carlos Roble Júnior, aluno de mestrado da UFPR. Este trabalho agregará informações importantes para o manejo da Unidade de Conservação, uma vez que busca reconhecer relações entre a atividade humana, as alterações climáticas e o bem estar das aves.

Embora neste mês tenha havido coincidência das atividades de campo, cada projeto possui um cronograma próprio de acordo com o objetivo proposto, o comportamento dos animais em estudo e a disponibilidade das equipes. Para outras informações sobre os estudos científicos desenvolvidos no Parque Nacional de Saint-Hilaire/lange, visite a página Pesquisa Científica.